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    <title>Poema Lunar</title>
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    <description>Poema Lunar</description>
    <lastBuildDate>Tue, 18 Mar 2008 00:55:01 PDT</lastBuildDate>
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    <copyright>Copyright 2008.</copyright>
    <category>Writing</category>
    <category>Poetry</category>
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      <title>Casi Razón</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/189.html</link>
      <pubDate>Tue, 18 Mar 2008 03:54:34 GMT</pubDate>
      <description># 51

Nos fatiga más y más la poesía a medias, la poesia donde no se juega íntegramente el poeta, en todos los aspectos de la creación. La poesía a medias es el peor enemigo de la verdadeira poesía, como el hombre a medias es el mayor adversario del hombre. Tal vez ocurra lo mismo con todo cuanto es a medias, en relación con lo que es o trata de ser: Hasta el fracaso exige una integridad, especialmente en poesía.

Roberto Juarroz, em Casi Razón (Fragmentos Verticales, Decimocuarta Poesía Vertical)</description>
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      <title>pérolas do jornalismo</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/188.html</link>
      <pubDate>Wed, 12 Mar 2008 20:11:07 GMT</pubDate>
      <description>Município receberá telecentro comunitário
Jornal Agora
12/03/2008 
Através de ofício enviado ao Prefeito José Vicente Ferrari, o deputado federal Eliseu Padilha (PMDB) está comunicando que o Município foi selecionado pelo Ministério das Comunicações para recebimento de um telecentro comunitário, em beneficio da população. 
O telecentro é composto de computador-servidor, 10 computadores em rede, data show (projeto multimídia), roteador wireless, impressora a laser, central de monitoramento remoto (câmara de vídeo), 11 estabilizadores de voltagem, 11 mesas para computador, mesa para... (more)</description>
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      <title>cuadernos</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/187.html</link>
      <pubDate>Mon, 10 Mar 2008 05:11:32 GMT</pubDate>
      <description>Faxinando gavetas e velhos bloquinhos de jornalista, encontrei preciosas pausas da rotina &quot;factual&quot;. Não me lembro de que livro vieram. Ficam assim, como respiros que chegaram sem remetente:
 § ...que a idéia de isolamento só pode ser experimentada durante o trajeto de um lugar a outro, isto é, quando não se está em lugar nenhum.
§ toda conversa é a continuação de outra mais antiga.
§ Um cemitério de horas passadas. 
Seguido das minhas notas insones: Para onde vão as horas passadas? Em que solo repousam? Dormem todas abraçadas ou espalham-se entre multidões de memórias? Têm um rosto ou... (more)</description>
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      <title>novo endereço</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/186.html</link>
      <pubDate>Mon, 25 Feb 2008 21:07:50 GMT</pubDate>
      <description>A partir de agora, o Poema Lunar funciona em novo endereço:
www.poemalunar.blogspot.com
A casa lá era mais arejada. Até os amigos se acostumarem, vou postando os textos nos dois sites. Daqui há um tempo, me mudo de vez. Portanto, atualizem o link! :)</description>
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      <title>E a velha pastora sai de cena...</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/185.html</link>
      <pubDate>Wed, 20 Feb 2008 21:42:09 GMT</pubDate>
      <description>Qual pedaço da minha alma se chama Mel? Com qual Danyella a Mel me fazia entrar em contato? Que Danyella se despediu de mim junto com a velha pastora, a velha poodle que dividiu 10 anos comigo? Como recuperar o pedaço de mim que se foi? São tantas perguntas, porque tudo agora é busca, tudo é desejo de ser água e dissolver o que sinto na infinitude do mundo. É que, perto de muita água, tudo é mesmo feliz. E eu, agora, sou essa ausência irreparável.  
Aprendi, por todos esses anos, a respeitar tua presença, silenciosa, de alcance silencioso pela casa inteira. Mel chegou quando eu tinha 13... (more)</description>
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      <title>para arlecchino - notas que o carnaval traz</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/184.html</link>
      <pubDate>Mon, 04 Feb 2008 17:33:22 GMT</pubDate>
      <description>São impressões tão antigas que encontro dificuldade pra dizer o que está dito a cada segundo pelos meus olhos: é que sempre fomos. Sempre fomos, meu amor, desde que dona Teté correu de Sítio dos Nunes para a Serra Talhada, sempre fomos. Desde que um pequeno delicado nasceu na terra dos matadores. Desde que você e sua mãe foram abraçados por Brasília, um abraço desajeitado, cheio de quinas e ossos, daqueles que espetam. Somos tão antigos quanto a poeira dessa cidade. Somos desde que um tal José veio de São Paulo para cá, e encontrou uma tal Maria. Desde que, traçados irônicos os dessa... (more)</description>
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      <title>correspondências</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/183.html</link>
      <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 19:26:57 GMT</pubDate>
      <description>Sem muito ânimo pra continuar o diário porteño agora, assim, de lógicacronológica de calendários. Sem muito ânimo pro carnaval, apesar da alma festeira. As ruas se enchem de orquestra e serpentina, mas me parece uma coisa que chega alheia, de fora pra dentro, como um esforço. Mas há sempre as máscaras.
O bloco passa na quadra ao lado e eu preparo meu corpo com as correspondências de Clarice. Em uma, ao então marido, escreveu das aventuras na fazenda e da impaciência, que tolices estaria dizendo? Ele respondeu, entre formalidades de diplomata: 
Somente uma coisa me faria bem agora. Seria... (more)</description>
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      <title>Diário Porteño</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/182.html</link>
      <pubDate>Thu, 17 Jan 2008 20:04:36 GMT</pubDate>
      <description>Segunda, 24 de dezembro de 2007
 
Esse foi, sem dúvidas, o dia mais especial e mais mágico pra mim. Tudo estava fechado, mas conseguimos fazer compras no supermercado para garantir nossa pré-ceia natalina. Compramos pó de cappuccino, leite, pão, queijo, água, suco e outras coisinhas básicas de sobrevivência.(nota: fiquei surpresa, mas o cappuccino tal qual conhecemos no Brasil não é tão comum nos cafés porteños. Populares mesmo são o café, o café com leite e o chá com leite. Cappuccino italiano é beeem mais caro!!)
 
Deixamos as compras em casa e fomos sacando o movimento de um bairro... (more)</description>
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      <title>Diário Porteño</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/181.html</link>
      <pubDate>Thu, 17 Jan 2008 19:53:05 GMT</pubDate>
      <description>Como muitos já sabem, voltamos de Buenos Aires no começo desse mês. Eu e Nino Quincampoix passamos dez dias em solo porteño, em um departamento alquilado na Recoleta, calle Rodriguez Peña, uma delícia. Aqui vai uma série de impressões que guardamos da cidade. Não se assustem com o tamanho dos textos e o entusiasmo latente em cada linha: Buenos Aires é mesmo tudo isso, memórias e imagens que esperamos revisitar em breve!
 
 
Domingo, 23 de dezembro de 2007
 
Chegamos no dia 23, um domingo, à noite. Seguimos o conselho de trocar o dinheiro no câmbio do aeroporto, mas caímos em uma cilada:... (more)</description>
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      <title>2008, o início</title>
      <link>http://poemalunar.blogdrive.com/archive/180.html</link>
      <pubDate>Fri, 11 Jan 2008 20:18:38 GMT</pubDate>
      <description>Eu não desenho o que eu choro
Eu não dou cambalhotas nem estrelinhas retas
Eu não tenho a fórmula para fabricar estrelas
Eu não guardo plantas nas mãos, nem raízes nos pés
Eu não viajo para as Filipinas
Eu não conheço um brechózinho intimista em Paris
Eu não tenho sapatos fúcsia
Eu não colori Nova York
Eu não esquiei em Aspen nem em Bariloche
Eu não acordo de bom humor
Eu não sei um filme de trás pra frente
Eu não fiz um filme
Eu não flutuo degraus, eu não esqueço
Eu não tenho um livro de rascunhos
Eu não coleciono brinquedos
Eu não sou moderna
 
 
Eu sou uma foto sépia,... (more)</description>
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